Quem sou eu?

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Niterói, RJ, Brazil
Olá, percebi, ao longo dos anos vividos, que passamos pelo mundo rapidamente e na realidade o que importa não são os bens materiais deixados, pois deixamos, não levamos... O legado e a nossa essência ficam. Tudo o que fomos, fica na lembrança daqueles pra quem fomos relevantes... Deixamos um rastro de perfume ou quem sabe de dor. Tudo depende de quem fomos, tudo depende do que queremos ser e do que queremos deixar... Aqui desejo perpetuar um pouco do que sou, um pouco do que aprendo, um pouco do que ainda vou ser... O modo como vejo a vida e o mundo. Os sonhos que tenho de ver um mundo melhor e pessoas melhores... Um mundo com Deus, cores, música, arte e poesia...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Quando deixamos de lado nossas certezas e abrimos mão de nossos erros dispostos a arcar com as consequências deixando o controle nas mãos de Deus, colocamos nossa fé em prática e vemos a manifestação e o agir do Senhor, pois Ele é fiel, misericordioso e gracioso! Mas para isto devemos renunciar ao orgulho, a prepotência e nos quebrantarmos. Sabendo que NÃO SOMOS NADA nesta vida curta! Vamos parar de perder tempo com coisas pequenas e sentimentos egoístas que só nos distanciam de sermos seres humanos melhores! Você é mais do que a mágoa, do que a ira, do que a ganância, do que sua carne, do que a inveja, do que um carro, do que uma casa...Seu ser vai além do que se pode ver no espelho, pois a imagem refletida se vai e o físico perece. E depois o que será você sem Deus? Pra onde o levará seu Ego? Pra onde o levará a sua mágoa? O que você quer levar desta vida? O que você quer deixar nesta vida? Qual o seu verdadeiro legado? O que deixamos quando vamos não são as coisas tocáveis...Nossa essência fica, nossos ensinamentos ficam, nosso amor fica, nossas palavras ficam. O que você tem pra deixar? O que você deixará acrescentado neste mundo? Você não levará nada! Somente a vida eterna em Jesus, isto se retirar as vendas dos olhos e entender que Jesus veio, morreu e ressucitou como homem humilde para te dar condições de deixar mais amor, mais perdão, mais ensinamentos e ao morrer vazio de si, mas cheio do Espírito de Deus ganhar a vida eterna. (Em 08/10/2009-Rosana Lopes da Costa Motta)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Bolo da Lina

Minha amiga Joelma, mãe da aniversariante Carolina, pediu que fizéssemos juntas o bolo de seu aniversário...Joelma escolheu a cor e a decoração, eu confeitei... Fizemos a massa de pão de ló com recheio de ganache e um creme feito com leite condensado.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O BAMBU

A leste de um País muito distante, e que era centro de grande reino, havia um jardim. O dono, Bem-Davi, gostava de passear naquele jardim ao calor do sol do meio dia. Admirava o viço de cada vegetal e o colorido das flores, que inebriavam a ambiente. Entre todos, porém, o que mais cativava Bem-Davi era um imponente bambu, o qual se tornara para o dono a mais bela e estimada de todas as árvores e plantas do jardim.

O bambu que, dia a dia, se adornava de nova beleza, estava ciente de que seu senhor o amava e tinha nele sua maior alegria.

Certo dia, Bem-Davi achegou-se muito pensativo, para bem perto de sua planta de estimação. O bambu, que tinha profundo respeito e veneração por seu dono, inclinou-se em humilde imponência até o chão...Aí estava ele como um submisso, mas sem jamais sonhar com o plano de seu senhor. Era o começo para um diálogo de grande significação. O primeiro a tomar a palavra foi o Bem-Davi:

- querido bambu, eu preciso de ti...

O bambu, cujas folhas balançavam suavemente ao sopro do vento, estava feliz, por ter chegado o momento de fazer algo para o qual fora criado. Era, pois, momento muito especial de sua vida. Respondeu, então, baixinho:

- Senhor, estou pronto!... Faça uso de mim para o que quiser!

Com voz grave e fixando o olhar nele, disse-lhe Bem-Davi:

-Bambu, ...somente poderei fazer usar-te se eu te podar...

O bambu, estremecendo, exclamou:

- O senhor quer podar-me? ...Eu lhe peço, por favor, não faça isso! ...Deixe minha figura como está, veja como todos me admiram!

Bem-Davi, com a voz mais grave, mais imperiosa, retrucou:

- Meu terno bambu, não importa se és admirado ou não...devo podar-te, pois doutra maneira não poderei fazer uso de ti!...

Houve um momento de suspense...No jardim tudo se aquietou. Até a brisa reteve a respiração. Aquele silêncio questionava... E o belo bambu inclinou-se, numa aceitação quase forçada, e suscitou:

-Senhor, se não pode fazer uso de mim, sem eu passar pela poda, então faça comigo o que quiser!

-Meu querido bambu, devo cortar-te também as folhas...

-Minhas folhas? Será possível? Preserva-me deste mal. Destrua minha beleza, mas deixe-me as folhas!

- Meu querido bambu, devo cortar-te também as folhas. Sem cortar tuas folhas não poderei usar-te.

O ambiente parecia atemorizar-se. O sol escondeu-se uma borboleta afastou-se depressa...

E o bambu, ainda trêmulo, disse a meia voz:

- Senhor, pode cortar minha folhagem!

- Meu querido bambu, isso ainda não me basta, deverei cortar-te pelo meio e tomar também teu coração. Se assim não fizer, não poderei fazer usar-te.

A exigência chegara ao extremo. E o bambu disse:

- Como poderei viver sem coração?

- Só posso repetir. Deverei tomar teu coração, caso contrário, não servirás para meu uso!

O bambu inclinou-se até o chão:

- Senhor, corte e divida...

Então Bem-Davi desfolhou o bambu, decepou seus galhos, partiu-o em duas partes e arrancou-lhe o coração.

Levou-o para os campos ressequidos a uma fonte de onde brotavam águas cristalinas. Ali deitou, cuidadosamente, o seu querido bambu. Ligou à fonte uma extremidade do tronco partido e a outra foi fixada no canal dos campos.

A fonte entoou uma bela canção e as águas borbulhantes precipitaram-se alegres sobre o despedaçado bambu até o canal, de onde puderam transbordar sobre os campos ressequidos, que tanto suspiravam pelas águas. Fez-se, então, o plantio de arroz. Os dias foram passando... a terra continuava recebendo água da fonte, através do bambu. A sementeira cresceu , deu frutos e veio o tempo da colheita. O deserto torna-se oásis.

Assim o esbelto bambu de outrora transformou-se em grande bênção em seu aniquilamento. Desempenho função vital, tornando-se útil. Enquanto era grande e belo servia somente a si, alegrava-se com sua própria beleza, mas, na doação, tornou-se canal do qual o senhor se serviu para tornar fecundo o seu reino. Muitos viveram do bem que emanava do novo canal. Foi do aniquilamento que surgiu da vida. Foi da humilhação que surgiu o amor.

- Senhor, em minha vida: toma, corta, divide para melhor servir a meus irmãos...

DEIXE O TEU SENHOR TE USAR DA MANEIRA QUE ELE ACHAR MELHOR, AINDA QUE DOA ...VOCÊ REGARÁ A TERRA ...FRUTIFICARÁ E VIVERÁ

PUDIM DE SORVETE

Marcilia este pudim de sorvete foi feito por mim...Também gosto de ser mestre cuca! Se quiser depois publico a receita. Foto em sua homenagem!

Pasta decorada (E.V.A)

Foi feito por minha cunhada Marcilia Campos. Vale a pena visitar seu blog, pois está repleto de ideias! Visite Caixa de Ideas (marciliacampos.blogspot.com)

quinta-feira, 30 de julho de 2009


Edificando

O Naufrago

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que o Senhor o protegia. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve de fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu ao Senhor por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu ao Senhor, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção,ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: -Senhor! Como é que foi deixar acontecer isto comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa e o Senhor deixou queimar todinha. O Senhor não tem compaixão de mim? Eu sempre faço minhas orações diárias. E assim permaneceu o homem durante algumas horas, envolvido em sua revolta e dor. Passado algum tempo, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: -Que bom encontrá-lo... você está bem? Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro acompanhado de uma equipe: -Vamos rapaz, nós viemos te buscar... -Mas como é possível? Como souberam que eu estava aqui? -Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante. O grupo entrou no barco e o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus familiares tão queridos. A propósito, como anda a sua fé?

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Poesia

Pode ser que um dia deixemos de nos falar... Mas, enquanto houver amizade, Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade
A amizade nos reaproximará
Pode ser que um dia não mais existamos....
Mas, se ainda houver amizade
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente.
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos vivemos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
(Albert Einstein, 1879-1955)